SEAAC fala para trabalhadores da Justus Contabilidade de Indaiatuba sobre direitos e importância do Sindicato

Representantes do SEAAC Campinas e Região estiveram nesta quinta-feira, dia 28 na empresa Justus Contabilidade, de Indaiatuba. Cerca de 15 funcionários estiveram presentes à reunião, assistiram uma apresentação sobre o papel do Sindicato, sua estrutura e benefícios. Ao final da apresentação os diretores do SEAAC esclareceram dúvidas dos trabalhadores sobre direitos trabalhistas e convidaram todos a se sindicalizar. Para saber mais sobre o trabalho do SEAAC Campinas mande e-mail: seaaccampinas@seaaccampinas.org.br, ou ligue para o telefone (19) 3213-1742, ou pelo formulário de Contato do site do SEAAC: www.seaaccampinas.org.br.
Movimentos populares preparam mutirão nacional de mobilização do Plebiscito Popular

Entidades que compõem as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, como a CUT, demais centrais sindicais, partidos políticos, movimentos negros, estudantes, de moradia e outros, organizam um mutirão nacional de mobilização do Plebiscito Popular, entre os dias 6 e 8 de junho. Lançado em abril deste ano, a consulta popular irá ouvir a opinião de trabalhadores e trabalhadoras sobre a redução de jornada de trabalho sem redução de salário, o fim da escala 6×1 e a isenção de pagamento de imposto de renda (IRPF) para quem ganha até R$ 5 mil por mês, além do aumento da taxação para quem ganha mais de R$ 50 mil mensais, como forma de justiça tributária. A agitação do plebiscito contará com panfletagens, rodas de conversa, encontros culturais e ações de redes por todo o país. Para isso, os organizadores do plebiscito ressaltam a importância de compartilhar essas ações nas redes sociais e divulgar os materiais de mobilização como vídeos, cards, entre outros, que estão neste link. Para as ações, as entidades que organizam o Plebiscito Popular estão convocando todas as organizações, movimentos sociais, partidos, sindicatos e sociedade civil para, juntas, construir a defesa da consulta popular marcando o @plebiscitopopular e usando a hashtag #plebiscitopopular2025 nas redes sociais. Jornada de luta A partir de agora, o Plebiscito Popular terá como meta a elaboração de comitês municipais, regionais, por local de trabalho, moradia, estudo e em todos os lugares, com o objetivo de construir uma grande votação que ocorrerá ainda em 2025. Os organizadores anunciaram que haverá um curso de formação visando capacitar pessoas para conduzir o processo de construção do plebiscito no interior das organizações que já pertencem e, principalmente, para fazer o trabalho de base e educação popular. No ato de lançamento, na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, da Universidade de São Paulo (USP), no centro da capital paulista, em 10 de abril deste ano, a coordenação do plebiscito destacou a unidade de todas as organizações dos movimentos populares e sociais do país em torno de bandeiras concretas que dialogam com a classe trabalhadora. Barrar a extrema direita Uma das estratégias de mobilização da consulta popular é barrar discurso de ódio da extrema direita que cresceu e cresce em diferentes partes do mundo, inclusive no Brasil. Para isso, o plebiscito vai se estruturar em três fases: a construção organizativa em cada bairro, escola, universidade e local de trabalho; a coleta de votos da população sobre os três temas centrais; e a entrega dos resultados em Brasília às lideranças dos Três Poderes. O que é o Plebiscito Popular Plebiscito é um instrumento de consulta popular, previsto no artigo 14 da Constituição e regulamentado pela Lei 9.709/98, que possibilita os cidadãos serem consultados antes de uma lei ser constituída. Desta forma, o teor da lei a ser aprovada é definido pelo povo. Para mais informações, consultar a página oficial do plebiscito no Instagram. Fonte: CUT
Com apoio do Brasil, convenção para proteger trabalhadores em apps é aprovada na OIT

Após dias de intensos debates, embates diplomáticos e articulações sindicais, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) aprovou, nesta quarta-feira (4), a criação de uma Convenção Internacional do Trabalho sobre as condições de trabalho na economia de plataformas digitais. A decisão representa uma vitória histórica para a classe trabalhadora mundial e teve apoio decisivo do Brasil, do México, da União Europeia, de países africanos e caribenhos. A convenção – que será complementada por uma recomendação e terá sua redação final concluída em 2026 – irá estabelecer regras obrigatórias para garantir direitos e dignidade a milhões de entregadores, motoristas e trabalhadores de empresas digitais ao redor do mundo. “Este é um momento histórico para a classe trabalhadora. Os trabalhadores, junto ao governo brasileiro, à União Europeia, aos países africanos e do Caribe, derrotaram as plataformas digitais, capitaneadas pelos EUA e pela China. Teremos uma Convenção Internacional do Trabalho para os trabalhadores em aplicativos”, celebrou Antonio Neto, presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) e membro da Comissão de Normas da OIT. Durante a sessão, o ex-ministro Gilberto Carvalho, atualmente Secretário Nacional de Economia Popular e Solidária, representando o governo brasileiro, fez um apelo humanitário aos países contrários, lembrando que milhões de trabalhadores vivem hoje em situação de indignidade. “Precisamos garantir direitos e dignidade humana. Sabemos todos aqui a diferença entre uma convenção e apenas uma recomendação”, afirmou. Os Estados Unidos, apoiados por países como China, Japão, Índia e Suíça, lideraram a pressão que tentou limitar a discussão a uma recomendação não vinculante. Os empregadores votaram em bloco contra a convenção, enquanto os representantes dos trabalhadores aprovaram a proposta por unanimidade. A sindicalista britânica Amanda Brown, vice-presidente da comissão pela bancada dos trabalhadores, destacou que o objetivo não é travar a inovação tecnológica, mas sim garantir condições dignas: “Os trabalhadores não querem frear a inovação, querem trabalho decente no mundo todo”. A delegação governamental brasileira foi composta pela chefe da Assessoria Especial para Assuntos Internacionais do Ministério do Trabalho e Emprego, Maíra Lacerda, e por Gilberto Carvalho, ex-ministro e representante do governo na comissão. O que muda com a convenção? A nova convenção, que será concluída na próxima Conferência Internacional do Trabalho, em 2026, obrigará os países a legislar para proteger os trabalhadores de plataformas digitais, que hoje operam sem garantias trabalhistas em grande parte do mundo. Com isso, abre-se um caminho para reverter a precarização acelerada do trabalho em setores como entrega de alimentos, transporte por aplicativos e outros serviços digitais. “A CSB seguirá atuando de forma ativa na construção desse marco internacional, defendendo os direitos dos trabalhadores e ampliando a organização sindical nesse novo mundo do trabalho”, comemorou Antonio Neto. Fonte: CSB
Corpus Christi não é feriado em todo o Brasil; entenda

Data é considerada ponto facultativo e cidades têm liberdade para definir detalhes Tapetes coloridos enfeitam as ruas de diversas cidades brasileiras durante a celebração – Pablo Porciuncula/AFP Comemorado este ano na quinta-feira, 19 de junho, o dia de Corpus Christi não é considerado feriado em território nacional. Segundo definição do governo federal, a data é ponto facultativo, assim como a sexta-feira (20). A definição vale para as autarquias da administração pública federal e não impede que estados e municípios definam por conta própria. Entre as capitais, pelo menos 14 decretaram feriado municipal e outras 12 definiram ponto facultativo. Na Região Norte, em Belém (PA) e Boa Vista (RR) será feriado municipal. Por outro lado, Rio Branco (AC), Manaus (AM), Porto Velho (RO) e Palmas (TO) consideram a data como ponto facultativo. Ainda não há definição sobre Macapá (AP). Entre as capitais nordestinas foi definido feriado em Maceió (AL), Salvador (BA), Teresina (PI), Natal (RN) e Aracaju (SE). Já Fortaleza (CE), São Luís (MA), João Pessoa (PB) e Recife (PE) adotaram o ponto facultativo. No Centro-Oeste apenas Brasília (DF) seguirá a definição federal. Goiânia (GO), Cuiabá (MT) e Campo Grande (MS) terão feriado municipal. Na Região Sudeste, duas das quatro capitais terão feriado: Vitória (ES) e São Paulo (SP). Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ) consideram a data como ponto facultativo. No Sul do país apenas Florianópolis (SC) definiu ponto facultativo. Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) marcaram feriado municipal. Para trabalhadores e trabalhadoras onde a data é feriado, a regra geral é a dispensa do trabalho. Quem tiver que trabalhar recebe o pagamento do dia em dobro ou uma folga compensatória. Em dias de ponto facultativo, os servidores públicos são geralmente dispensados do trabalho sem prejuízo na remuneração. No setor privado, entretanto, as empresas não são obrigadas a dispensar as equipes. História da celebração A data católica marca a presença real de Cristo na Eucaristia e é celebrada na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade, que por sua vez, ocorre no domingo após a Pentecostes. Considerada uma festa de preceito, a solenidade convoca fieis a participarem das celebrações em missas. O Corpus Christi foi instituído no século 13 pelo Papa Urbano 4º, após o recebimento das visões da freira Juliana de Liége, que pedia uma festa da Eucaristia no calendário litúrgico. A celebração geralmente consiste em uma missa, seguida de uma procissão, em alusão à caminhada do povo de Deus como peregrino. No Brasil, e em muitas cidades portuguesas, é costume ornamentar as ruas por onde passa a celebração com tapetes com desenhos de inspiração religiosa. Fonte: Brasil de Fato
TRT-15 mantém justa causa de professor por falas homofóbicas em aula

Colegiado considerou conduta incompatível com o exercício do magistério em instituição pública. A 4ª câmara do TRT da 15ª região manteve a demissão por justa causa de professor de matemática que fez comentários homofóbicos durante aula em escola pública. O colegiado concluiu pela legalidade do processo disciplinar e pela gravidade das falas, incompatíveis com a função docente. O caso O professor foi desligado após comentários feitos durante uma aula de matemática sobre uniões homoafetivas serem gravados por alunos. No áudio, ele afirmou, entre outras coisas, que “sempre foi contra essas coisas” e questionou o casamento entre pessoas do mesmo sexo, dizendo: “Agora falar que vai no cartório, que vai se casar?”. Em outro momento, também declarou: “Se é que podemos chamar isso de casamento (…)”. Segundo o processo, ele ainda comparou práticas sexuais de humanos e animais e afirmou que uma mulher que gera um bebê para casal homoafetivo seria “uma prostituta”. O conteúdo foi divulgado nas redes sociais e desencadeou protestos em frente à escola. Em sua defesa, alegou que a gravação foi feita sem autorização e negou a prática de qualquer falta disciplinar, ressaltando seus quase 30 anos de carreira sem punições anteriores. A instituição, por sua vez, sustentou a legalidade do processo administrativo e considerou a demissão compatível com a gravidade da conduta, com base no art. 482, “b” e “j”, da CLT. “Incremento do preconceito” Ao analisar o caso, o relator, juiz convocado Ronaldo Oliveira Siandela, afirmou que não houve qualquer nulidade no procedimento administrativo e destacou que foram respeitados os princípios do contraditório, da ampla defesa e do devido processo legal. Segundo o magistrado, a gravação feita por um dos alunos é válida como prova, conforme entendimento já pacificado pelo STF. O julgador ressaltou que o ambiente escolar deve ser espaço de inclusão, respeito e promoção dos direitos humanos, não sendo possível relativizar condutas que perpetuem preconceitos. Para ele, as manifestações do professor, feitas durante aula de matemática, desvirtuaram o propósito educacional e contribuíram para a reprodução de “lógicas perversas de opressão” e “incremento do preconceito”. “O meio escolar deve propiciar e fomentar espaços para o diálogo, reflexão e desmistificação dos muitos preconceitos, inclusive que circundam a temática da diversidade sexual e consequentemente a homofobia.” O juiz também enfatizou que o não reconhecimento da diversidade é uma forma de agressão, ainda que não envolva violência física ou verbal direta. Concluindo que a conduta foi grave e incompatível com a fidúcia exigida na relação de emprego, especialmente em instituição pública de ensino, o colegiado decidiu, por unanimidade, manter a justa causa aplicada e afastar os pedidos de reintegração e indenização por danos morais. Processo: 0011672-73.2022.5.15.0007Leia a decisão. Fonte: Redação do Migalhas
Gilmar Mendes articula volta da homologação no sindicato

A homologação sindical pode voltar a ser obrigatória. Descubra como isso afeta trabalhadores e empregadores no Brasil. O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), está articulando com parlamentares e representantes do setor financeiro um projeto de lei que propõe o retorno da obrigatoriedade da homologação das rescisões de contrato de trabalho com a participação dos sindicatos. A medida busca incentivar a conciliação prévia entre trabalhadores e empregadores, diminuindo o número de ações judiciais na Justiça do Trabalho. A proposta surge em um momento de alta litigância. Após a queda inicial de processos causada pela reforma trabalhista de 2017, que retirou a exigência de homologação sindical, os números voltaram a subir. Em 2023, a Justiça do Trabalho recebeu 4,19 milhões de novos processos — um aumento de 28,7% em relação ao ano anterior, segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O projeto foi protocolado nesta semana pelo deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), após diálogo com Gilmar Mendes e com apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que sinalizou intenção de dar celeridade à tramitação. Segundo Paulinho, a proposta deve ser votada até agosto. A articulação também conta com o apoio do ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia, hoje presidente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF). Maia argumenta que a insegurança jurídica causada pela judicialização trabalhista gera custos bilionários ao sistema financeiro — R$ 10 bilhões por ano em decisões judiciais e R$ 40 bilhões em provisões nos balanços dos bancos. O que propõe o projeto O texto prevê que convenções ou acordos coletivos possam tornar obrigatória a presença de sindicatos, federações ou confederações nas homologações, que poderão ocorrer presencialmente ou por meio de plataformas digitais. Caso haja discordância sobre verbas rescisórias, o termo será assinado com ressalva, e o empregador terá 60 dias para apresentar uma proposta de quitação. Se não houver acordo, o termo poderá ser utilizado diretamente como petição inicial em eventual ação trabalhista. As verbas não contestadas na hora da homologação serão consideradas quitadas de forma ampla e irrestrita, o que impediria a judicialização posterior — salvo exceções previstas para trabalhadores com salários mais baixos. Trabalhadores com remuneração anual inferior a 24 salários mínimos (R$ 36.432, em valores de 2025) ainda poderão ingressar com ação judicial mesmo sem ressalva prévia. Já os que ganham acima desse teto somente poderão acionar a Justiça se tiverem registrado a ressalva durante a homologação, com acompanhamento do sindicato ou de advogado particular. Confira aqui o Projeto de Lei: PL-2690-2025 Repercussão e críticas Especialistas apontam que o aumento das ações trabalhistas está ligado não só à retirada da homologação sindical, mas também ao enfraquecimento de dispositivos da reforma após decisões do STF e do TST — como a que garante gratuidade judiciária ao trabalhador que perder a ação. O advogado trabalhista César Augusto de Mello defende que a participação dos sindicatos deveria ser obrigatória em todas as rescisões, e não apenas quando prevista em acordos coletivos. Ele critica ainda a quitação irrestrita: “O projeto deveria preservar o direito à revisão judicial em caso de vício de consentimento, erro ou fraude”, afirma. A proposta foi discutida ainda em 2023 com o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, após o CNJ aprovar resolução permitindo a homologação judicial de acordos extrajudiciais entre empregado e empregador. A resolução, porém, não obriga a participação sindical e se aplica apenas a trabalhadores que recebiam mais de 40 salários mínimos por ano. Contexto histórico e político A tentativa de retomar a conciliação obrigatória resgata um modelo já previsto em lei durante o governo Fernando Henrique Cardoso, em 2000, mas derrubado pelo STF de forma definitiva em 2018, que considerou inconstitucional a limitação ao acesso à Justiça. Gilmar Mendes, que foi Advogado-Geral da União na época, não votou no julgamento, mas confidenciou a parlamentares considerar um erro a extinção da exigência de conciliação prévia. A iniciativa também se insere em uma estratégia maior de distensionamento entre os Poderes. Em jantar com congressistas há duas semanas, Gilmar defendeu a construção de uma agenda legislativa positiva e equilibrada, em contraste com pautas polêmicas como a anistia aos envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. Procurado, o ministro não quis comentar oficialmente sobre o tema. Fonte: Rádio Peão Brasil/com informações de Folha de São Paulo
Curso preparatório para o Conselho Federal de Contabilidade começa neste sábado

Folder Ensina+O SEAAC Campinas e Região, em parceria com a ENSINA+ CNT está oferecendo 10 vagas para o Curso preparatório para o Registro do Conselho Federal de Contabilidade. O curso terá duração de 29 horas e tem início neste sábado, dia 2 de fevereiro e término no dia 23 de março, aos sábados, das 8 às 12h30 . A ENSINA+ CNT compromete-se a fornecer apostilas, certificados, água, notebook, limpeza e demais necessidades referente a metodologia e aplicação dos cursos. Os associados do SEAAC terão desconto de 20% sobre os valores praticados, mantendo as demais condições de parcelamento. Para obter o desconto o interessado deve comprovar que é sindicalizado ao SEAAC. O trabalho será realizado pela ENSINA+CNT, através de professores parceiros, sob sua exclusiva responsabilidade. CoordenaçãoToda a execução do trabalho realizado pela Ensina Mais CNT., e terá por coordenadora Márcia Santos Cursino, professora Universitária, com experiência de mais de 15 anos em educação e aproximadamente 17 anos de experiência no mercado de trabalho, contato@ensinamaiscnt.br Curso Preparatório para o CFCCarga Horária: 29 horasTurmas aos sábados ManhãSábados – de 02/02 a 23/03 – das 08h às 12:30h – 6 encontrosNa última aula haverá um aulão de revisões e as aulas serão das 8:00 às 18:00 sem intervalo.Local: Espaço do Trabalhador SEAAC, à Rua General Osório, 1031 – 9 Andar – Sala 95 – Centro – Campinas. Informações e inscrições: contato@ensinamaiscnt.br Whatsapp (19) 99604-1423
CTI realiza dia 25 palestras sobre Inovação e Empreendedorismo para superar os desafios das Micro e Pequenas Empresas

O projeto Manhãs da Inovação, iniciativa do Núcleo de Gestão Empresarial do CTI, vai realizar no dia 25 de junho uma nova edição. Com o título “Ecossistema de Inovação e Empreendedorismo: Cooperação e Conhecimento para superação dos desafios das MPE’s”, o evento contará com a presença de empreendedores e reunirá especialistas do Centro Universitário FEI, CTI, SEBRAE, Campinas Tech, entre outras instituições. Superando Desafios através da Inovação e Cooperação em Micro e Pequenas EmpresasOs múltiplos desafios dos mercados atuais são uma grande ameaça, especialmente para as Micro e Pequenas Empresas (MPE) por estas terem maiores fragilidades decorrentes de suas restrições de capital financeiro, competências internas e conhecimento especializado. Essas ameaças são enfrentadas através da implantação dos mais diferentes tipos de inovação. Sabemos que a inovação é o resultado da aplicação de novos conhecimentos na organização e, para tanto, as cooperações entre empresas, instituições de ensino e pesquisa e organismos governamentais são fundamentais, em especial para as MPE’s. Os ambientes criados através da cooperação interinstitucional são denominados de Ecossistemas Organizacionais, isso é, ambientes onde existem uma articulação entre os organismos públicos, a academia e o conjunto de empresas que atuam num dado segmento empresarial. Manhãs de InovaçãoA palestra principal do da 25 de junho, será proferida pelo Dr. Marco Silveira, autor de dezenas de artigos e livros, professor em cursos de Doutorado (UniFaccamp) e de pós-graduação (Unicamp), sendo também professor e consultor associado da Fundação Dom Cabral. Após palestras introdutórias, haverá um painel de debates com a presença de representantes de instituições, abordando a seguinte temática: “Desafios para inovação em empreendimentos de micro e pequeno porte no Brasil”. Serviço – “Ecossistema de Inovação e Empreendedorismo: Cooperação e Conhecimento para superação dos desafios das MPE’s” Data: dia 25 de junho, das 9 às 12 horas, no auditório do CTI/“Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer”, em Campinas-SP. InscriçõesAs inscrições são gratuitas e poderão ser feitas pelo link: https://forms.gle/M5GuQfwnEzDffnj99 Mais informações através do telefone (19) 3746.6138 ou pelo e-mail: gaia@cti.gov.br. Fonte: CTI
Curso Jornada de Trabalho e Controle de Ponto – Como Gerenciar e Aplicar as Regras da Portaria do MTE no 1.510/2009

O SEAAC Campinas e Região está com inscrições abertas para o curso “Jornada de Trabalho e Controle de Ponto – Como Gerenciar e Aplicar as Regras da Portaria do MTE no 1.510/2009”, que será realizado no dia 13 de novembro de 2019, quarta-feira, com o palestrante Roberto Martins, formado em Gestão de Recursos Humanos (Universidade Metodista), Ciências Administrativas (Puccamp) e com Pós-Graduação em Direito do Trabalho. O curso será dia 13 de novembro, numa quarta-feira, das 8h30 às 17h30, no Espaço do Trabalhador SEAAC Campinas. O curso tem o custo de R$ 80,00, para trabalhadores sindicalizados ao SEAAC Campinas. Já os trabalhadores das categorias representadas pelo SEAAC Campinas, mas não sindicalizados e de outras categorias, pagam R$ 180,00. Nos valores já estão incluídos coffee-break, material didático e certificado de participação. As inscrições devem ser feitas preenchendo a FICHA INSCRIÇÃO neste link. ObjetivoEstudar e orientar quanto a aplicação e manutenção correta da legislação trabalhista referente a jornada de trabalho, atualizado com lei n° 13.467/2017 – reforma trabalhista, debatendo a duração do trabalho prevenindo o passivo trabalhista, iremos conhecer as alterações promovidas pela portaria do MTE 1510/2009; Público-alvoGerentes, encarregados, diretores, supervisores, líderes, analistas de DP e RH, outros profissionais da área trabalhista e que desempenhem funções de liderança de pessoas e equipes, e que necessitam de conhecimentos nas rotinas trabalhistas. Programa ServiçoCurso Jornada de Trabalho e Controle de Ponto: Como Gerenciar e Aplicar as Regras da Portaria do MTE no 1.510/2009Data: 13/novembro/2019 – quarta-feiraHorário: Das 8h30 às 17h30 horasLocal: Espaço do Trabalhador SEAAC, à Rua General Osório, 1031 – 9 Andar – Sala 95 – Centro – Campinas Custo: R$ 80,00 para trabalhadores sindicalizados ao SEAAC Campinas. Demais trabalhadores R$ 180,00. Inscrições: Acesse aqui a ficha de inscrição.Mais informações pelo telefone (19) 3213-1742.
Inscrições abertas para o Curso “Cálculos Trabalhistas”

O curso Cálculos Trabalhistas vai ter como palestrante o especialista em Gestão de Recursos Humanos, Roberto Martins. As inscrições estão abertas, venha saber mais sobre os descontos e proventos previstos na folha de pagamento e na rescisão contratual. Para se inscrever acesse este link . Roberto Martins, da RH Martins Consultoria e Educação Empresarial, é formado em Gestão de Recursos Humanos (Universidade Metodista), Ciências Administrativas (Puccamp) e com Pós-Graduação em Direito do Trabalho. O curso é parte do programa de formação do SEAAC Campinas e Região e será numa segunda-feira, dias 8h30 às 17h30, no Espaço do Trabalhador SEAAC Campinas. O curso tem o custo de R$ 80,00, para trabalhadores sindicalizados ao SEAAC Campinas. Já os trabalhadores das categorias representadas pelo SEAAC Campinas, mas não sindicalizados e de outras categorias, pagam R$ 180,00. Nos valores já estão incluídos coffee-break, material didático e certificado de participação. As inscrições devem ser feitas preenchendo a FICHA INSCRIÇÃO neste link. É preciso ter ou criar uma conta no Google para ter acesso à ficha de inscrição. Público-alvoGerentes, encarregados, diretores, supervisores, líderes, analistas de DP e RH, outros profissionais da área trabalhista e que desempenhem funções de liderança de pessoas e equipes, e que necessitam de conhecimentos nas rotinas trabalhistas. Cálculos TrabalhistasProgramaProventos previstos na folha de pagamento• O que é folha de pagamento?• Diferenças entre salário e remuneração• O Descanso Semanal Remunerado (DSR)• Os adicionais• Férias• Gratificação natalina (13º salário)• Demais proventos Descontos previstos na folha de pagamento• Adiantamento de salário• Vale-transporte• Faltas injustificadas• Contribuição para o sindicato• INSS• Imposto de Renda• Benefícios Proventos previstos na rescisão• Formas de rescisão• Aviso prévio• Saldo de salário• Férias• 13º salário• Multas• Horas extras e adicionais Descontos previstos na rescisão• Desconto de INSS• Desconto de imposto de renda• Desconto sobre aviso prévio• EPI• Uniforme• Outros descontos ServiçoCurso Cálculos TrabalhistasData: – segunda-feiraHorário: Das 8h30 às 17h30 horasLocal: Espaço do Trabalhador SEAAC, à Rua General Osório, 1031 – 9 Andar – Sala 95 – Centro – Campinas Custo: R$ 80,00 para trabalhadores sindicalizados ao SEAAC Campinas. Demais trabalhadores R$ 180,00. Inscrições: Acesse aqui a ficha de inscrição. É preciso ter ou criar uma conta no Google para ter acesso à ficha de inscrição.Mais informações pelo telefone (19) 3213-1742.