Parceria SEAAC FATD oferecerá curso para organizar a vida pessoal e profissional

O FATD e o SEAAC Campinas e Região oferecem aos trabalhadores e trabalhadoras interessados o curso gratuito “Um Caminho para a Auto Realização em seu Projeto de Vida”. A proposta é oferecer caminhos e recursos sobre como organizar sua vida pessoal e profissional com um verdadeiro propósito! Vai ser no sábado dia 6 de novembro, das 8 às 11 horas. Uma manhã de sábado que você guardará por toda sua vida! Será o segundo e último Curso Gratuito de 2021. Iremos discutir a importância de se encontrar um propósito para o seu Projeto de Vida. *Já parou pra pensar no que te move? O que te faz levantar da cama todos os dias e enfrentar seus problemas de cabeça erguida e com um olhar positivo para o futuro? PalestranteO curso será ministrado pelo Consultor Felipe Amaro dos Santos Neto, consultor, Palestrante, Educador Social, Mentor em Transição de Carreira e Executivo no Poder Público, acumula mais de 12 anos de experiência em programas de Liderança, Formação, Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Social. Inscriçõeslink: https://forms.gle/5Jc1nwFoorVcNQsx8 ServiçoCurso: “Um Caminho para a Auto Realização em seu Projeto de Vida”Data: 06 de novembro de 2021Horário: 08h às 11h Local: onlineO Curso será realizado no seguinte link: meet.google.com/tgg-fwca-facOu abra o Meet e digite este código: tgg-fwca-fac CertificadoTodos os participantes receberão o material de apoio em seu e-mail cadastrado na ficha de inscrição e o Certificado ao final do Curso. InformaçõesQualquer dúvida entre em contato pelo whatsapp (19) 97404-5718.

Espaço Cultural Maria Monteiro está com vagas abertas para Oficinas

O Espaço Cultural Maria Monteiro, vinculado à Secretaria Municipal de Cultura de Campinas, está divulgando sua Programação das Oficinas. Quase todas as oficinas já iniciaram e estão com vagas disponíveis. O Espaço Cultural fica na Rua Dom Gilberto Pereira Lopes s/nº Vila Padre Anchieta – Campinas-SP (ao lado da Subprefeitura de Nova Aparecida). Informações pelos telefone (19)3282-0024 ou pelo e-mail: teatroecmm@gmail.com.

Palestra sobre a lei do Emprega + Mulheres é nesta quinta às 19h30

O SEAAC Campinas e Região vai realizar nesta quinta-feira, dia 10 de novembro, a palestra online e gratuita sobre a Lei 14.457/2022, que determina a obrigatoriedade do Canal de Denúncias nas empresas com CIPA e Institui o Programa Emprega + Mulheres. O link para acesso no dia agendado é: https://us04web.zoom.us/j/77059712571?pwd=N3iUyXlZTEh3Xcm1KuwSaDICml5ags.1 . Em parceria com a RH Martins, Consultoria e Educação Empresarial, Realizada em ambiente virtual a palestra será aberta para todas(os) associadas(os), parceiras(os), trabalhadoras e trabalhadores e convidados pelo SEAAC Campinas e região. As inscrições podem ser realizadas pelo e-mail: contatorhmartins@gmail.com, gratuitamente. A lei que cria o Programa Emprega + Mulheres, destinado à inserção e à manutenção de mulheres no mercado de trabalho foi sancionada no dia 21 de setembro. Entre as ações previstas estão pagamento de reembolso-creche, flexibilização do regime de trabalho, qualificação em áreas estratégicas para ascensão profissional, apoio ao retorno ao trabalho após a licença maternidade e o reconhecimento de boas práticas na promoção da empregabilidade das mulheres. A nova lei determina que as mulheres recebam o mesmo salário dos homens que exercem a mesma função na empresa e, ainda, prevê apoio ao microcrédito para as mulheres. Além disso, estão previstas medidas de combate ao assédio sexual e outras formas de violência no âmbito do trabalho. Programação – A inclusão de regras de conduta que visem o combate ao assédio sexual e outras formas de violência nas normas e políticas internas da empresa, assegurando a ampla divulgação desse conteúdo às trabalhadoras e trabalhadores. – A implementação de ferramenta como o Canal de Denúncias, com possibilidade de anonimato para à denunciante e garantia total do sigilo das informações, assegurando a fixação de procedimentos de gestão para o acompanhamento e apuração dos relatos, além do comprometimento com a aplicação de sanções aos responsáveis pelos atos de assédio e/ou violência, após a investigação das irregularidades relatadas. A incorporação dos temas referentes à prevenção e ao combate ao assédio e outras violências nas atividades e nas práticas determinadas pela CIPA. – A realização de treinamentos, ações de capacitação, orientação e sensibilização de funcionários de todos os níveis hierárquicos da empresa, sobre esses temas, em formatos acessíveis e apropriados para a compreensão de todos (como palestras, cartilhas de orientação e campanhas, por exemplo), no mínimo a cada 12 meses. ServiçoPalestra Lei 14.457/2022, que determina a obrigatoriedade do Canal de Denúncias nas empresas com CIPA e Institui o Programa Emprega + MulheresData: 10/11/20221 hora de duraçãoHorário: Das 19h30 as 20h30Bônus 1 hora de consultoria online para os participantes interessadosMaterial de Apoio e BônusMaterial didático e certificadoO material de apoio, e-book e certificados serão enviados digitalmente.InscriçãoAs inscrições podem ser realizadas pelo e-mail: contatorhmartins@gmail.com, gratuitamente

Equilíbrio Mental no Ambiente de Trabalho: Caminho para uma Vida Plena

Por Hamilton Marin No mundo atual, onde a rotina profissional consome grande parte do nosso tempo e energia, a saúde mental no ambiente de trabalho tem se tornado uma preocupação cada vez mais urgente. O equilíbrio mental no contexto profissional desempenha um papel crucial na qualidade de vida não apenas no trabalho, mas também em todas as esferas da nossa existência. No mundo atual, onde a rotina profissional consome grande parte do nosso tempo e energia, a saúde mental no ambiente de trabalho tem se tornado uma preocupação cada vez mais urgente. O equilíbrio mental no contexto profissional desempenha um papel crucial na qualidade de vida não apenas no trabalho, mas também em todas as esferas da nossa existência. Neste artigo, exploramos de forma abrangente os temas da saúde mental no trabalho e sua relação com a busca por uma vida plena e satisfatória. Analisaremos os desafios enfrentados pelos trabalhadores, identificaremos os fatores que podem afetar negativamente a saúde mental no ambiente profissional e ofereceremos sugestões de melhorias concretas para promover um equilíbrio mental saudável. Ao final, ressaltaremos a importância de priorizar a saúde mental no trabalho como um componente essencial para alcançar uma vida plena e satisfatória em todos os aspectos. No cenário atual, a pressão e as demandas crescentes do ambiente de trabalho têm se tornado fontes significativas de estresse e ansiedade para os trabalhadores. O aumento da competitividade, a busca por resultados e a constante necessidade de adaptação às mudanças têm um impacto direto na saúde mental de indivíduos de todas as áreas e níveis hierárquicos. A falta de equilíbrio entre as responsabilidades profissionais e pessoais pode levar a um esgotamento físico e emocional, afetando diretamente a qualidade de vida tanto dentro quanto fora do trabalho. A saúde mental no trabalho abrange uma variedade de aspectos, incluindo o ambiente físico, as relações interpessoais, a carga de trabalho, as perspectivas de crescimento e desenvolvimento profissional, além do apoio emocional oferecido pela organização. A negligência desses aspectos pode resultar em altos índices de estresse, esgotamento, diminuição da produtividade e até mesmo o desenvolvimento de transtornos mentais. No entanto, ao reconhecer a importância da saúde mental no ambiente profissional e implementar estratégias eficazes para promovê-la, é possível construir um ambiente de trabalho saudável, equilibrado e gratificante. Iniciativas como programas de bem-estar e autocuidado, flexibilidade na gestão do tempo, apoio psicossocial, incentivo à comunicação aberta e ao trabalho em equipe, bem como o investimento em treinamento em saúde mental, são algumas das melhorias que podem ser implementadas para favorecer a saúde mental no trabalho e, consequentemente, a qualidade de vida dos colaboradores. Ao cuidar da saúde mental no ambiente de trabalho, não apenas os trabalhadores se beneficiam individualmente, mas também as empresas e organizações como um todo. Colaboradores saudáveis mentalmente são mais produtivos, engajados, criativos e resilientes diante dos desafios. Além disso, eles tendem a ter relações interpessoais mais saudáveis e a desfrutar de uma vida pessoal mais satisfatória. Portanto, é fundamental reconhecer e abordar a importância do equilíbrio mental no ambiente de trabalho como um caminho essencial para uma vida plena e gratificante. O presente artigo se propõe a analisar de maneira abrangente essas questões, oferecendo insights valiosos e sugestões concretas de melhorias que podem ser adotadas para promover uma cultura de saúde mental no ambiente profissional. Ao investir nesse aspecto essencial, estamos construindo um futuro em que o equilíbrio mental e a qualidade de vida sejam prioridades, gerando benefícios para indivíduos, organizações e sociedade como um todo. A saúde mental no trabalho é um tema de extrema relevância e sua influência na qualidade de vida dentro e fora do ambiente profissional não pode ser subestimada. * Hamilton Marin é da APDPRH – Associação dos Profissionais de Departamento Pessoal e Recursos Humanos

Palestra online e gratuita vai esclarecer dúvidas para o FGTS Digital no dia 11 de setembro

A RH Martins, em parceria com o SEAAC Campinas e Região, vai realizar no dia 11 de setembro uma palestra online e gratuita para falar sobre o FGTS Digital, que irá começar sua fase de testes a partir de 16 de agosto e terá seu uso obrigatório para os empregadores, a partir de 2024. O diretor da RH Martins, Roberto Martins, epecialista em relações do trabalho e emprego, professor universitário, auditor trabalhista pela IOB Thompson, instrutor credenciado do centro das indústrias do estado de São Paulo, vai falar sobre os principais impactos da chegada da nova plataforma. Para se inscrever basta clicar no link ou no QRcode. Programa Os principais impactos da chegada da plataforma. – Processos de inclusão de dados e integrações; – Impactos nas empresas e contabilidades; – DCTF Web, LGPD, SEFIP, E-SOCIAL;  – Fiscalizações eletrônicas; – Relatórios e pagamentos; – Objetivos Governamentais Serviço Palestra online e gratuita FGTS DIGITAL Data: Dia 11 de setembro Horário: às 18h40 ao vivo pelo zoom Material de apoio Informações e inscrições pelo QR CODE na imagem. Entenda mais sobre as Mudanças Nova forma de recolhimento do FGTS está prevista para entrar em produção na competência janeiro/2024. Empregadores terão um período de testes de agosto/23 até novembro/23 para se prepararem e conhecer o sistema. Está prevista para janeiro de 2024 a implementação do FGTS Digital. O cronograma prevê uma etapa de testes (produção limitada – ambiente simulado das funcionalidades), que será também um período para os empregadores já irem se adaptando à nova sistemática de recolhimento do FGTS. Todos os empregadores que são obrigados a recolher o FGTS devem ficar atentos às novas regras e buscar participar do período de testes. A previsão é que o período de testes se inicie 16/08/2023 e termine 03/11/2023. A nova sistemática a ser inaugurada com o FGTS Digital trará mudanças significativas na forma de cumprimento da obrigação de recolhimento do FGTS e na cultura dos empregadores, portanto, há necessidade de atenção redobrada para alguns detalhes, de forma a se evitar transtornos com a mudança que se aproxima. Conheça o portal do novo sistema em gov.br/fgtsdigital https://www.gov.br/fgtsdigital. 1 – O que é o FGTS Digital O FGTS Digital é um conjunto de sistemas informatizados que se propõe a gerenciar os diversos processos relacionados ao cumprimento da obrigação de recolhimento do FGTS. Pode-se dizer que é uma solução tecnológica que busca facilitar o cumprimento dessa obrigação pelos empregadores e assegurar que os valores devidos aos trabalhadores sejam efetivamente depositados em suas contas vinculadas. Através do FGTS Digital os empregadores poderão emitir guias rápidas e personalizadas, consultar extratos, solicitar compensação ou restituição de valores, contratar parcelamentos, tudo de forma simples e ágil. Fonte: gov.br/esocial/com informações da RH Martins 2 – O que muda com a nova sistemática de cumprimento da obrigação de recolhimento do FGTS a ser inaugurada com o FGTS Digital. Alteração na data de vencimento – com a edição da Lei nº 14.438/2022 ficou confirmada a alteração do prazo de recolhimento do FGTS mensal para até o vigésimo dia do mês seguinte ao da competência. Mas atenção, esta alteração legislativa produzirá efeitos apenas para os fatos geradores ocorridos a partir da data de início do FGTS Digital. Os empregadores devem ficar atentos ao momento em que essa mudança vai ocorrer e devem adaptar seus processos, rotinas e sistemas à nova data de vencimento. Competências anteriores ao FGTS Digital – Outro ponto de atenção é que, para os fatos geradores de FGTS que ocorreram antes da efetiva implantação do FGTS Digital, os empregadores devem cumprir suas obrigações através do sistema Conectividade Social (CAIXA), assim como já fazem hoje. Portanto, haverá um ponto de corte. Os valores devidos de competências anteriores à implementação do FGTS Digital devem ser recolhidos pelo sistema conectividade da CAIXA (via SEFIP) e o valores devidos a partir da competência de implantação do FGTS Digital deverão ser recolhidos via FGTS Digital. Recolhimento via PIX – com a operacionalização do FGTS Digital, o recolhimento dos valores devidos ao Fundo será feito exclusivamente através do PIX, meio de pagamento recentemente criado pelo Banco Central. Os boletos gerados terão um QR Code para leitura e pagamento direto no aplicativo ou site da instituição financeira do empregador. Assim, as empresas devem estar com seus sistemas bancários preparados para utilização desse canal, inclusive no que diz respeito aos limites de pagamento via PIX. eSocial como fonte de dados – o FGTS Digital será alimentado de modo praticamente simultâneo pelas informações transmitidas ao ambiente do eSocial. De modo que, o valor devido de FGTS vai ser gerado com base nas informações prestadas pelos empregadores no sistema de escrituração eSocial. Portanto, é preciso atentar para as informações que impactam na base de cálculo do FGTS e para as que caracterizam o vínculo do trabalhador: dados de lotação, tipos de débito (mensal ou rescisório), eventos de remuneração (rubricas que incidem FGTS), etc. Impactos na geração do Certificado de Regularidade do FGTS – a partir do início de operação do FGTS Digital, o não recolhimento dos valores devidos no prazo do vencimento poderá gerar impacto imediato na emissão da CRF. Assim, é importante que o empregador fique atento e cumpra sua obrigação de recolhimento de FGTS no prazo, para evitar que isso afete a sua regularidade junto ao Fundo.   3 – O que é o período de testes, qual a importância dele, quando ele inicia e o que vai ser possível fazer no período de testes? Fase de Produção Limitada (fase de testes e adaptação) – A etapa de Produção Limitada, com previsão para ocorrer no período de 16/08/2023 a 03/11/2023, é um período de testes extremamente importante para os empregadores. Será uma grande oportunidade para empregadores efetuarem os cadastros necessários, conhecerem os sistemas, suas funcionalidades e ferramentas e simularem situações (de geração de guias, pagamentos, parcelamentos etc.). Tudo isso buscando uma transição tranquila, com período de adaptação para os empregadores. No ambiente de Produção Limitada, embora seja um ambiente simulado (período de testes), o cadastro realizado pelo empregador no Portal do FGTS

SEAAC Campinas está com inscrições abertas para o curso Imersão Trabalhista com o especialista Gilson Gonçalves

O SEAAC de Campinas e Região está com inscrições abertas para a Imersão Trabalhista com o Dr. Gilson Gonçalves. O objetivo é estudar a prática da legislação trabalhista nos seus mínimos detalhes. A formação terá duração de 8 horas e meia e vai tratar com profundidade de três áreas: Imersão na Elaboração do Contrato, Imersão na Vigência do Contrato e Imersão na Rescisão do Contrato. As trabalhadoras e trabalhadores podem pleitear abono de falta para formação e qualificação profissional. Será fornecido certificado de participação. O público alvo é o de Profissionais do Departamento Pessoal, Profissionais de RH, Contadores, Advogados, Alunos de Direito/Contabilidade. É preciso preencher a ficha de inscrição e enviar para o Sindicato. O valor da Imersão para associados (sindicalizados) ao SEAAC Campinas é de R$ 100,00. Para não sócios o valor é de R$ 300,00, já incluso em ambos os casos almoço e coffee-break. O curso será realizado no dia 16 de maio, sexta-feira, no Hotel Euro Suit Campinas, Rua Regente Feijó, 595, Centro, Campinas, no horário das 8h30 às 18 horas. Facilitador:Gilson Gonçalves é Bacharel em Direito. Especialista em Direito do Trabalho e Direito Previdenciário, autor de mais de 35 livros Jurídicos e Especialista e LGPD e GDPR e ISOs 27.001 e 2002 Objetivo: Estudar a prática da legislação trabalhista nos seus mínimos detalhes. Público alvo: Profissionais do Departamento Pessoal, Profissionais de RH, Contadores, Advogados, Alunos de Direito/Contabilidade. Ementa: Sabe aqueles erros que os profissionais cometem e nem sabem que estão cometendo? Programa CompletoI – Imersão na Elaboração do ContratoCheck List nas ROTINAS DE ADMISSÃORegistroExame Médico AdmissionalAutônomoEstagiárioMenor AprendizTelefonistaFGTS Check List no CONTRATO DE TRABALHOArt. 444 da CLT – Art. 9º da CLT – Arts. 611ª e 611B da CLTContrato por Prazo Determinado e IndeterminadoArt. 443 da CLT– Art. 479 da CLT – Art. 481 da CLT – Art. 480 da CLT Check List no CONTRATO DE EXPERIÊNCIADuração Mínima e Duração MáximaProrrogação AutomáticaAcordo de Compensação no Contrato de ExperiênciaÚltimo dia do ContratoAfastamentos durante o contrato e ExperiênciaEstabilidade no final do contrato II – Imersão na Vigência do ContratoCheck List na JORNADA DE TRABALHOLimiteTolerância — Horário FlexívelCargo de ConfiançaAcordo de Compensação de HorasIntervalos Check List no DESCANSO SEMANA REMUNERADOO que é semana?Check List nos Feriados?Check List no desconto do DSR?Pagamento em Dobro ou Triplo? Check List nas FÉRIAS INDIVIDUAISPeríodo Aquisitivo e Período ConcessivoFérias em DobroAntecipaçãoProporçãoFracionamentoDoença na véspera de iniciar as fériasDoença durante as fériasParto durante as fériasDemissão durante as fériasCalculo das férias nos meses de 31, 30 e 28 dias – Salário Variável Check List no 13º SALÁRIOAvos – Afastamentos durantePrazos para pagamento das parcelas III – Imersão na Rescisão do ContratoCheck List na Justa CausaPrincípiosAdvertência e SuspensãoAbandono de Emprego Check List na RescisãoAviso Prévio – Proporcional ao Tempo de ServiçoComprovação de novo emprego durante o AvisoInício da contagem do AvisoDemissão durante as FériasHomologação Check List nas VERBAS RESCISÓRIASSaldo de SalárioIndenização AdicionalMulta do FGTS Check List nas ESTABILIDADESLegal e ConvencionadaParto e AbortoEstabilidade com FériasEstabilidade com Aviso PrévioExtinção do Estabelecimento ServiçoCurso Imersão TrabalhistaData: 16 de maio de 2025, sexta-feiraHorário: das 8h30 às 12h e das 13h às 18hLocal: Hotel Euro Suit Campinas, Rua Regente Feijó, 595, Centro, CampinasValor: Sócio 100,00. Não sócio 300,00. No valor estão inclusos o almoço e coffee-break Ficha de Inscrição

TST: Empresa indenizará funcionária demitida às vésperas de cirurgia

Decisão observou que a lei 9.029/95 não abrange apenas doenças estigmatizantes, mas qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso à relação de trabalho. A 2ª turma do TST reconheceu a dispensa discriminatória de técnica em segurança do trabalho que foi demitida pouco antes de realizar cirurgia para tratamento de endometriose e hérnia umbilical. A decisão condenou a empregadora ao pagamento de indenização referente ao período de afastamento em dobro, conforme previsto na súmula 28 do TST. Conforme relatado, a trabalhadora, contratada em novembro de 2022, havia informado à chefia imediata e a outros superiores sobre a necessidade do procedimento cirúrgico, originalmente agendado para março de 2023. No entanto, a dispensa ocorreu sem justa causa dias antes da cirurgia, levando ao ajuizamento de ação trabalhista. Em defesa, a empresa alegou que a doença não se enquadraria nos casos de presunção de dispensa discriminatória previstos na súmula 443 do TST, que trata de doenças graves que suscitam estigma ou preconceito. Em 1ª instância, o juízo julgou a ação improcedente ao entender que não houve prova robusta para caracterizar a alegação de discriminação. O TRT da 17ª manteve a decisão, reforçando a inexistência de evidências de que a doença estivesse associada a estigma ou preconceito. Ao analisar o caso no TST, a relatora, ministra Liana Chaib, observou que o art. 1º da lei 9.029/95 abrange não apenas doenças estigmatizantes, mas qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso à relação de trabalho, ou de sua manutenção. Segundo a ministra, embora a situação de saúde da funcionária pudesse resultar apenas em afastamento breve e provisório, a empresa preferiu encerrar o vínculo empregatício a lidar com a possibilidade de um afastamento temporário. “O fato de a reclamante ter dado ciência de seu quadro de adoecimento e da necessidade de realizar procedimento cirúrgico a seus superiores hierárquicos e ter sido dispensada sem justa causa em data próxima à da cirurgia, que iria requerer o seu afastamento das atividades profissionais por pelo menos 15 dias, indica que a dispensa teve caráter discriminatório.” Assim, ressaltou que os fatos evidenciaram a conduta da empregadora como forma de “descartar” a trabalhadora do quadro funcional da empresa.  “A forma como os fatos se encadearam produzem um contexto em que se vislumbra uma dispensa como forma de ‘descartar’ do quadro funcional uma trabalhadora que apresentou problemas físicos que poderiam lhe afastar das atividades profissionais, ainda que de forma apenas provisória e breve”, observou. Para a ministra, essa postura caracteriza violação ao princípio da dignidade da pessoa humana e à vedação de práticas discriminatórias, previstas na lei 9.029/95, configurando, portanto, dispensa discriminatória e ensejando a reparação devida. Diante disso, por unanimidade, o colegiado condenou a empresa ao pagamento da indenização correspondente ao período de afastamento em dobro. Processo: 0001068-47.2023.5.17.0012Leia o acórdão. Fonte: Redação do Migalhas

Congresso protege rico, e pobre limpa a sujeira na suruba dos privilegiados

Para a imprensa, o Congresso Nacional veste o macacão de bombeiro das contas públicas, reclamando dos incêndios do governo federal. Quando as câmeras são desligadas, ele tira o macacão e volta para a grande suruba dos mais ricos, um grande grupal econômico, do qual participam sortudos do setor público e do setor privado desde a fundação de Pindorama. No final, quem limpa a sujeira são sempre os pobres, usando seu salário mínimo como esfregão. Tiago Mali, do UOL, trouxe hoje um exemplo da suruba, o projeto de lei 2.721/2021, aprovado pela Câmara dos Deputados e em análise no Senado Federal, que institucionalizaria mais de R$ 7 bilhões em penduricalhos recebidos pelo Poder Judiciário. Deputados e senadores sequestraram parte do orçamento nacional, obrigando o Poder Executivo a enviar bilhões em emendas para suas bases eleitorais. Nem sempre, contudo, elas viram asfalto de vicinal, quadra poliesportiva ou lousa para escola. Não raro, nascem como emenda, transformam-se em kit de robótica e depois viram cascalho no cofre de amigos. Parlamentares dizem que privilégios do setor público, vistos como direitos adquiridos por quem deles se beneficia, serão atacados pela reforma administrativa. Ahã, Cláudia, senta lá. Enquanto isso, quem ganha mais de R$ 600 mil por ano via dividendos de empresas paga menos imposto que alguém que recebe três salários mínimos por mês. O Congresso, pensando em si mesmo e nos seus, tenta elevar o patamar da incidência de um imposto proposto pelo governo para corrigir essa pouca vergonha para R$ 1,8 milhão – e ainda assim com uma má-vontade que Deus que me livre e guarde. Isso sem contar os benefícios e renúncias fiscais. É claro que nem tudo pode ser cortado nesse bolo de R$ 800 bilhões, segundo os novos cálculos do governo. Mas há sim coisas que poderiam ser reduzidas se houver vontade política, apesar do que dizem os cínicos de plantão. Limitar a dedução nos gastos de saúde no Imposto de Renda que hoje dá bilhões às classes média alta e alta, diminuir os incentivos à Zona Franca de Manaus e a um rosário de setores econômicos como de eventos, fazer um pente fino no Simples. Mas quando se fala em reduzir as gratificações que o Brasil paga a seus ricos, seja através da isenção de dividendos ou nas renúncias fiscais, uma galera criada no leite de pera brada aos quatro ventos que isso é aumento de imposto, que o Brasil não aguenta mais, que o capital vai fugir para fora, que o Godzila vai destruir a civilização ocidental. Compreende-se, é defesa da própria classe. O que me surpreende é que o argumento é comprado e repetido gostosamente por um pessoal que foi criado no Leve Leite. Sobra o que como a grande solução nacional? Acabar com a valorização do salário mínimo acima da inflação, que começou com FHC, foi transformada em política por Lula, depois mantida por Dilma e Temer, e defenestrada por advinha quem. Voltou agora só para ser apedrejada na praça pública e culpada por todas as tragédias. Sim, os R$ 1.518 viraram o novo número da besta. Há quem não defenda o fim do aumento real, mas peça desvinculação dos benefícios previdenciários e sociais. Traduzindo: aposentados, pensionistas, idosos e pessoas com deficiência em situação de miséria teriam reajuste menor no valor pago mensalmente em comparação aos da ativa. Com o passar dos anos, a situação distanciaria o seu valor do mínimo salário vigente. O que não é um problema porque, como sabemos, pobre, uma vez pressionado, passa a realizar fotossíntese. Já disse aqui um rosário de vezes que apenas cortar privilégios dos mais ricos não vai resolver o problema. E talvez medidas duras precisem ser tomadas. Mas começar o ajuste pelos mais pobres, de novo, ignorando o andar de cima, é uma tremenda de uma sacanagem. Enquanto isso, categorias se beneficiam de condições especiais para se aposentar (como os militares), a arrecadação sangra através de fraudes trabalhistas (como terceirização e pejotização ilegais) e a falta de regulação das plataformas de motoristas e entregadores arma uma bomba-relógio previdenciária (o sistema de MEI é importante, mas ele gera um baita déficit). Isso sem contar que tem juiz que concede BPC para qualquer um que lhe disser “bom dia”, mesmo que não se enquadre nos critérios. Tem culpa do Executivo, mas tem do Legislativo, do Judiciário e dos ricos do setor privado. Como sempre digo, o Brasil é um transatlântico de passageiros, com divisões de diferentes classes, com os mais ricos tendo mais conforto em suas cabines. Não estou entrando no mérito de como chegamos a essa situação, nem propondo uma revolução imediata para que cabines diferenciadas deixem de existir. Mas é fundamental que a terceira classe conte com a garantia de um mínimo de dignidade e primeira classe pague passagem progressivamente proporcional à sua renda. E que na hora que a nave fizer águam, todos tenham que dar a mesma cota de sacrifício e ter direito aos botes salva-vidas. Enquanto isso, seguimos parecidos como um navio remado por trabalhadores que, a qualquer sinal de tempestade, aumenta a frequência do estalar do chicote enquanto poupa meia dúzia de passageiros ricos. Ironicamente, uma parte dos remadores não questiona a exploração, mas rema sonhando feliz ao ver a imagem dos mais ricos glamourizando no Instagram. Fonte: Coluna Leonardo Sakamoto no UOL

‘Empregos verdes’ devem gerar 7 milhões de vagas no Brasil

Alunos da Unicata durante aula no curso de gestão e governança de resíduos sólidos Imagem: Divulgação/Unicata Acsa Regina, 30 anos, enxergou nos parques eólicos do sertão nordestino uma oportunidade de mudar de vida. Ingressou no curso técnico em sistemas de energia renováveis da ETE (Escola Técnica Estadual) Pedro Muniz Falcão, em Araripina (PE), e conseguiu um emprego de técnica de operação e manutenção no Complexo Eólico Ventos do Piauí. “Não me arrependo de ter trocado a contabilidade pelo ramo eólico. Hoje, ganho quase o dobro do que ganhava antes quando trabalhava em um banco público”. Estudo realizado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), aponta que, atualmente, aproximadamente 3,8 milhões de brasileiros estão em ‘empregos verdes’ – postos de trabalhos que contribuem para reduzir emissões de gases do efeito estufa ou para melhorar e preservar o meio ambiente da região onde estão inseridos. São exemplos de ‘empregos verdes’ engenheiros florestais, biólogos, produtores agrícolas orgânicos, eletricitários da energia renovável, mecânicos de veículos elétricos, trabalhadores da coleta de resíduos sólidos e profissionais que atuam em atividades de recuperação e regeneração do solo e florestas. Esses postos de trabalho têm sido impulsionados devido a acordos climáticos celebrados por países para reduzir as emissões de gases do efeito estufa e pela maior conscientização da população sobre os desafios socioambientais. Até 2030, a ONU estima que 18 milhões de postos de trabalho desse tipo serão criados em todo o planeta. Quase metade das vagas, cerca de 7,1 milhões, serão no Brasil. Os setores que mais devem criar postos de trabalho são: Energia solar: no Brasil, esse setor pode gerar 250 mil novos empregos até 2038. Estima-se dez empregos, diretos e indiretos, a cada megawatt instalado. Energia eólica: esse setor tem potencial para criar 35 mil novos empregos por ano, com a expansão dos parques eólicos pelo Brasil. Economia circular: até 2040, o setor da reciclagem pode gerar 244 mil empregos no país. Setor automotivo: estima-se que o Brasil precise até 2030, de 95 mil profissionais especializados em atuar com veículos eletrificados. Segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), atualmente, os veículos híbridos e elétricos representam 7% da frota nacional. A transição para uma economia sustentável deve impulsionar a demanda por profissionais em diversas áreas. Com isso, a educação profissional e tecnológica é essencial para garantir que essa transição traga crescimento econômico, com políticas inclusivas e foco na qualificação alinhada às demandas industriais.Gustavo Leal, diretor geral do Senai Qualificação profissional faz a diferença Instituições de ensino superior já têm redesenhado seus currículos e implantando novos cursos de olho nesta transição sustentável do mercado de trabalho. Entre as formações já oferecidas estão: Biocombustíveis, Ciências Ambientais, Ecologia, Energias Renováveis, Engenharia Ambiental e Gestão Ambiental. Há, também, o bacharelado em Gestão e Análise Ambiental e os cursos superiores de tecnologia em Saneamento Ambiental, Gestão Hídrica e Ambiental. “Cursos como de Biocombustíveis, Ciências Ambientais, Ecologia, Energias Renováveis e Engenharia Ambiental estão em alta, dado o contexto da crise climática”, diz Beatriz Maria Eckert-Hoff, vice-presidente da ABMES (Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior). O engenheiro automotivo Vinícius Leik Valentim, 26 anos, é um dos brasileiros que têm se especializado em veículos eletrificados. “Desde a minha graduação (2019) atuo com atividades ligadas ao setor automotivo com foco em veículos híbridos e elétricos. Sempre tive afinidade com essa área e busquei direcionar minha carreira desde cedo para esse ramo”. Vinícius, que trabalha em uma empresa que presta serviço para uma montadora, onde reprograma, configura e calibra componentes veiculares elétricos, acredita que o setor de veículos híbridos e elétricos é um caminho sem volta. “Com a transição energética em andamento, a demanda por profissionais capacitados tem crescido significativamente. É uma área que precisa (e continuará precisando) de mão de obra profissional e qualificada”, afirma o aluno do curso de especialização em veículos híbridos e elétricos da UniSenaiPR. Primeira universidade para catadores Mas a falta de capacitação profissional não é a única barreira a ser enfrentada na transição sustentável do mercado de trabalho brasileiro. Nelson Karam, economista e coordenador de estudos e pesquisas sobre Trabalho e Meio Ambiente do Dieese, defende a necessidade de mais políticas públicas para incluir mulheres, negros e outros segmentos vulneráveis da população nos ‘empregos verdes’. “O mercado de trabalho no Brasil é bastante heterogêneo com forte presença da informalidade. Muitos empregos formais têm baixa remuneração, longas jornadas de trabalho e alta rotatividade o que cria barreiras para uma maior profissionalização do trabalhador”, diz Nelson Karam. “O perfil dos trabalhadores de empregos verdes não foge a esta realidade: os postos de trabalho estão concentrados regionalmente (55% na Região Sudeste), os homens predominam (90% nas ocupações verdes), e as mulheres têm menor remuneração (recebem 89% da remuneração dos homens nas ocupações verdes)”, completa. Para ele, além da capacitação para quem já está inserido no mercado de trabalho formal, é necessário pensar em políticas públicas para inserir quem atua no mercado de trabalho verde informal, como os catadores de materiais recicláveis – 800 mil brasileiros atuam nesse segmento, segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Em São Paulo, a Unicata (Universidade de e para catadores e catadoras de materiais recicláveis) busca alcançar esse objetivo. A instituição oferece, desde 2023, a oportunidade de catadores se especializarem em áreas ligadas ao ramo da reciclagem. Nas aulas, oferecidas todos os sábados, em São Paulo, por professores da USP, UnB, UFABC, Instituto Federal de Brasília e da Universidade de Victoria (UVic), no Canadá, os catadores aprendem sobre destinação de resíduos, mudanças climáticas, aquecimento global, inclusão social, diminuição da pobreza, desenvolvimento de uma economia solidária e circular e geração de renda. No término de cada um dos seis módulos do curso, os alunos recebem um certificado que conta com o selo da UFABC e da Universidade de Victoria, no Canadá. “É inacreditável a transformação dos alunos. Muitos que iniciaram de forma tímida, hoje, participam de forma ativa das aulas. Existe uma transformação também profissional deles, muitos que chegaram como catadores autônomos, se uniram para criar a própria cooperativa. É um

Babá entra na Justiça contra Fábio Wajngarten e pede pensão vitalícia após acidente

Ex-funcionária da família alega que perdeu o movimento do braço direito em acidente de carro; diz que não havia cinto de segurança disponível Dirlene Marciana do Nascimento Silva, que trabalhou como babá da família de Fábio Wajngarten entre 2014 e 2020, entrou com ação na Justiça contra o ex-secretário de Comunicação do governo Bolsonaro e sua esposa, Sophie Wajngarten. Ela pede indenização por danos morais, materiais, estéticos, lucros cessantes e pensão vitalícia após ter ficado com sequelas permanentes em razão de um acidente de carro ocorrido durante uma viagem com a família em março de 2022. Segundo a petição inicial, Dirlene estava no banco traseiro do carro, acompanhando as três filhas do casal, quando o veículo foi supostamente “fechado” por uma motocicleta. O carro era conduzido por Fábio Wajngarten, que, conforme o processo, dirigia “em altíssima velocidade”. A babá sofreu uma grave lesão no ombro direito: ruptura de tendão, fissuras ósseas e comprometimento permanente da mobilidade. A ação detalha que, no momento do acidente, Dirlene estava sem cinto de segurança. Ela afirma que isso se deu porque todos os cintos do banco traseiro estavam sendo utilizados pelas três crianças, que ocupavam os assentos ao seu lado. A ausência de cinto foi citada por cláusula do acordo firmado posteriormente entre as partes, mas, segundo a autora, o documento omitiu deliberadamente o fato de que não havia cinto disponível para ela. Após acordo de babá com Wajngarten,  quadro clínico se agravou Dias depois do acidente, Fábio e Sophie firmaram um acordo com Dirlene no valor de R$ 38 mil, que foi homologado pela Justiça. A expectativa médica, à época, era de que a recuperação duraria 90 dias, período durante o qual ela estaria impossibilitada de exercer a profissão de massoterapeuta. Contudo, o quadro clínico se agravou. Uma cirurgia experimental realizada em 2024, mais de dois anos após o acidente, também não trouxe melhora. Segundo laudos médicos anexados ao processo, Dirlene perdeu completamente os movimentos do braço direito e sofre com dores constantes, o que a impede de trabalhar como babá ou massoterapeuta. A defesa da autora sustenta que os réus sabiam da gravidade do caso desde o início, já que o pai de Fábio Wajngarten — médico — foi quem intermediou a cirurgia e o tratamento no Hospital das Clínicas. Argumenta também que Dirlene assinou o acordo em condição de extrema vulnerabilidade, precisando urgentemente do valor para custear a cirurgia. Para os advogados, o acordo foi desproporcional e não levou em conta os danos permanentes, que só foram constatados depois. No pedido, a babá solicita que a Justiça reconheça que o acordo não cobre os danos supervenientes e exige uma reparação integral, incluindo pensão vitalícia por invalidez e nova indenização por danos irreparáveis. Fonte: ICL Notícias

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